A gente pode culpar a nossa infância, acusar interminavelmente nossos pais por todos os males que nos afligem, incriminar a eles pelas provações da vida, por nossas fraquezas, nossas covardias, mas, no fim, nós somos responsáveis pela nossa própria existência, nós nos tornamos o que decidimos nos tornar. Além disso, você precisa aprender a relativizar os seus dramas, sempre vai haver famílias piores do que a sua.
Tudo Aquilo que Nunca foi Dito, de Marc Levy